Enxugar a silhueta de 118 quilos do ex–jogador Ronaldo, amante da boa vida conquistada na aposentadoria, não foi duelo suficiente para o mineiro Márcio Atalla. A partir de que ajudou, em 2012, Ronaldo outras celebridades a perder quilos em rede vernáculo, no programa Maravilhoso, da televisor Orbe, Atalla virou uma sorte de personal trainer de plantão no inconsciente dos brasileiros. O educador físico de 45 anos deseja agora fazer emagrecer uma cidade inteira.

A escolhida foi Jaguariúna, com 50 milénio habitantes, a 130 quilômetros de São Paulo. A cidade possui numerosas opções de áreas verdes, com o propósito de os moradores possam se exercitar sem custo, possui sistema informatizado de saúde, que facilitará o séquito cujo participar do projeto, o Vida de Saúde. “Quero mostrar que é provável mudar o estilo para toda a vida de uma população”, diga Atalla.

Atalla pretende reduzir o peso médio dos jaguariunenses em até 15%. A meta em quilos será conhecida depois uma jornada que marca o início do projeto, em 30 de juventude. Serão aferidos poucos parâmetros dos elementos, como peso, pressão arterial nível de açúcar no sangue. Uma equipe de estudiosos da Local de ensino de Ensino Física Esporte da Universidade de São Paulo (USP) fará o balanço do projeto, que vai acabar em dezembro. “É uma possibilidade inédita de verificar a alteração de hábitos de uma população inteira”, diga o educador físico Bruno Gualano, um dos estudiosos da USP. “Para nós, a perda de peso nem é tão essencial. Porém uma queda nos índices de glicemia, por ex, é um bom indicador de melhora da saúde das pessoas.” essa melhora, se acontecer, reduzirá o gasto público com saúde na cidade. Atalla aprecia uma redução de 15% do gasto por ano. O secretário de Saúde de Jaguariúna, José Claudio Monteiro, anima-se com as perspectivas.

“A redução do gasto com doenças ligadas à obesidade deixará investir mas em prevenção, que é mas barato mas gostoso de fazer”, diga Monteiro.

Quem aderir ao projeto assumirá objetivos, vai contar com a consultoria de um aplicativo de celular desenvolvido pela equipe de Atalla receberá um de 140 tipos de programas de exercícios.

Confira com ajudas de exercicios físico mais a alimentação correnta você pode obter resultado consumindo aqui.

Vai ter atividades físicas nos parques oficinas de alimento saudável. Dicas para se exercitar consumir muito aparecerão em outdoors pontos de sopa. Atalla negocia com número reduzido de restaurantes a preparação de cardápios light.

O educador promete blitze de surpresa em supermercados, escolas asilos. “Porém deve ser de modo descontraída”, diga Atalla. Este não deseja pender o macio de plantão, como sucedeu com o chef inglês Jaime Oliver.

Este quase acabou excluído de escolas quando implantava um programa de alimento saudável, porque os pais dos alunos não o aguentavam mas. “Não adianta impor uma dieta”, diga Atalla. “As pessoas precisam aprender o que devem saborear fazer suas escolhas.”

Várias das meios escolhidas por Atalla bebem numa disciplina chamada arquitetura da escolha. É sabido que tendemos a tomar resoluções que trazem muito-estar no limitado prazo, porém comprometem o horizonte. “É evolutivo”, afirma a psicóloga Vera Rita Ferreira. “Privilegiamos resoluções de limitado prazo durante uma boa parte de nossa história como espécie, porque nosso objetivo era unicamente subsistir.” A arquitetura da escolha se propõe a apresentar as opções ao tipo de modo a ajudá-lo a perceber selecionar a mas sensata.

Evidenciar as opções saudáveis em um lista de restaurante, como deve ocorrer em Jaguariúna, já induz a escolhas saudáveis. Em um supermercado norte-americano, os carrinhos ganharam um espaço só para vegetalidade, o que dobrou a compra desses itens.

Esse gênero de de medida parecido perfeito para imaginar políticas de saúde pública. Porém há um porém. “Não há evidências de que essas medidas prossigam levar o cidadão no longo prazo”, diga o economista estadunidense Michael Marlow, da Universidade Politécnica da Califórnia.

A experiência de outras cidades é instrutiva. Lynwood, na Califórnia, faz a partir de 2011 uma competição anual de perda de peso. Grupos competem para ver quem emagrece mas. No ano pretérito, os membros perderam, em média, 4,3 quilos. Em Oklahoma, em 2007, formaram-se grupos de perder peso em escolas, igrejas empresas. Uma reurbanização levou os cidadãos a caminhar mas.

Cinco anos depois, a população havia desaparecido mas de 450 milénio quilos a taxa de mortalidade havia tombado 3%. A obesidade continua a evoluir – agora 1% ao ano, em vez dos 6% de de antemão. A força da tendência mostra como é difícil combater esse problema.